Nossa clínica é conduzida por mãe e filha, duas médicas que uniram experiência, dedicação e amor pela medicina para oferecer um cuidado integral ao idoso.
A Dra. Maria Alice, referência em Geriatria e Psiquiatria do idoso, e sua filha, Dra. Flavia Toledo, Clínica Médica e Geriatra, atuam juntas para garantir atenção completa à saúde física e mental de cada paciente.
Nossa clínica é conduzida por mãe e filha, duas médicas que uniram experiência, dedicação e amor pela medicina para oferecer um cuidado integral ao idoso.
A Dra. Maria Alice, referência em Geriatria e Psiquiatria do idoso, e sua filha, Dra. Flavia Toledo, Clínica Médica e Geriatra, atuam juntas para garantir atenção completa à saúde física e mental de cada paciente.
Médica especialista em Geriatria e Psiquiatria do Idoso. Professora da Universidade de Brasília por mais de 30 anos. Doutora e Mestre em Ciências Médicas (UnB), com foco em demências. Ex-coordenadora da Residência de Geriatria do HUB-UnB. Membro do Departamento de Psicogeriatria da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Atuação em cargos de liderança na Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Mais de 30 anos de experiência no cuidado de idosos.
Médica especialista em Clínica Médica e Geriatria. Residência em Clínica Médica pelo HUB-UnB. Médica da Enfermaria de Geriatria do Hospital Santa Lúcia. Diretora de Defesa Profissional e Ética da SBGG-DF (2025-2027).
Experiência hospitalar e cuidado integral ao idoso.
Médica especialista em Geriatria e Psiquiatria do Idoso. Professora da Universidade de Brasília por mais de 30 anos. Doutora e Mestre em Ciências Médicas (UnB), com foco em demências. Ex-coordenadora da Residência de Geriatria do HUB-UnB. Membro do Departamento de Psicogeriatria da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Atuação em cargos de liderança na Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Mais de 30 anos de experiência no cuidado de idosos.
Médica especialista em Clínica Médica e Geriatria. Residência em Clínica Médica pelo HUB-UnB. Médica da Enfermaria de Geriatria do Hospital Santa Lúcia. Diretora de Defesa Profissional e Ética da SBGG-DF (2025-2027).
Experiência hospitalar e cuidado integral ao idoso.
Cuidamos de cada paciente de forma única, oferecendo atenção integral, acolhimento e a experiência de uma equipe especializada em saúde do idoso
Atendimento feito por mãe e filha médicas,
com gerações unidas pelo cuidado
Geriatria, clínica médica e Psicogeriatria em
um só lugar
Presencial, no consultório ouem domicílio,
em Brasília.
Consultas com tempo adequado para ouvir
paciente e família
Pensado para o conforto de idosos e cuidadores
Conhecimento aliado à atualização constante
Cuidamos de cada paciente de forma única, oferecendo atenção integral, acolhimento e a experiência de uma equipe especializada em saúde do idoso.
Atendimento feito por mãe e filha médicas,
com gerações unidas pelo cuidado
Geriatria, clínica médica e Psicogeriatria em
um só lugar
Presencial, no consultório ouem domicílio,
em Brasília.
Consultas com tempo adequado para ouvir
paciente e família
Pensado para o conforto de idosos e cuidadores
Conhecimento aliado à atualização constante
Avaliação completa da saúde do idoso, prevenção e
tratamento de doenças comuns da idade
Diagnóstico e acompanhamento de transtornos de memória, humor e comportamento, como Alzheimer e depressão
Orientação e suporte para filhos e cuidadores, ajudando na rotina de cuidados
Manejo integrado de hipertensão, diabetes, colesterol, osteoporose e outras condições comuns no envelhecimento
Testes e acompanhamento para memória, atenção e prevenção de declínio cognitivo
Avaliação completa da saúde do idoso, prevenção e
tratamento de doenças comuns da idade
Diagnóstico e acompanhamento de transtornos de memória, humor e comportamento, como Alzheimer e depressão
Orientação e suporte para filhos e cuidadores, ajudando na rotina de cuidados
Manejo integrado de hipertensão, diabetes, colesterol, osteoporose e outras condições comuns no envelhecimento
Testes e acompanhamento para memória, atenção e prevenção de declínio cognitivo
Tire suas dúvidas sobre nossos serviços e cuidados
Sim. A Geriatria não se limita à idade cronológica. A recomendação mínima para iniciar o acompanhamento com um geriatra é a partir dos 45 anos, especialmente para pessoas que desejam cuidar da saúde de forma preventiva.
Nessa fase, já é possível avaliar memória, sono, humor, uso de medicamentos, doenças crônicas, histórico familiar de demência e outros fatores que impactam diretamente o envelhecimento. O acompanhamento precoce permite orientar hábitos, tratar fatores de risco e planejar um envelhecimento mais saudável, funcional e com maior qualidade de vida ao longo dos anos.
Sim, e isso costuma ser muito útil. Familiares frequentemente percebem mudanças de comportamento, memória, sono ou humor que o próprio paciente não percebe ou minimiza. Essas informações podem ser enviadas previamente e são tratadas com sigilo e responsabilidade. Durante a consulta, sempre preservo a autonomia e a dignidade do paciente, integrando a visão da família ao cuidado clínico.
Sim, é comum. A aposentadoria representa uma grande transição de vida. Ela pode trazer sentimentos de perda de identidade, redução do convívio social e questionamentos sobre propósito. Quando essa tristeza é passageira, faz parte do processo de adaptação. Porém, quando se torna persistente, acompanhada de desânimo, isolamento, alterações do sono ou apetite, merece avaliação médica. Diferenciar tristeza adaptativa de depressão é fundamental para um cuidado adequado.
O sono muda com o passar dos anos, mas ele não deve ser ruim. Algumas orientações fundamentais incluem manter horários regulares para dormir e acordar, evitar cochilos prolongados durante o dia, reduzir o uso de telas à noite, limitar cafeína e álcool e manter atividade física regular. Em muitos casos, alterações do sono estão relacionadas a ansiedade, depressão, dores, uso de medicamentos ou doenças clínicas. A avaliação médica é essencial para identificar a causa e indicar o tratamento correto, que nem sempre envolve medicação.
Não existe uma forma única de prevenção, mas é possível reduzir significativamente o risco. Controlar pressão arterial, diabetes e colesterol, manter atividade física regular, estimular o cérebro com leitura, aprendizado e interação social, cuidar da saúde mental, dormir bem e evitar o tabagismo são medidas comprovadamente importantes. O acompanhamento médico permite identificar fatores de risco precocemente e atuar antes do surgimento de sintomas, o que faz toda a diferença ao longo dos anos.
Tire suas dúvidas sobre nossos serviços e cuidados
Sim. A Geriatria não se limita à idade cronológica. A recomendação mínima para iniciar o acompanhamento com um geriatra é a partir dos 45 anos, especialmente para pessoas que desejam cuidar da saúde de forma preventiva.
Nessa fase, já é possível avaliar memória, sono, humor, uso de medicamentos, doenças crônicas, histórico familiar de demência e outros fatores que impactam diretamente o envelhecimento. O acompanhamento precoce permite orientar hábitos, tratar fatores de risco e planejar um envelhecimento mais saudável, funcional e com maior qualidade de vida ao longo dos anos.
Sim, e isso costuma ser muito útil. Familiares frequentemente percebem mudanças de comportamento, memória, sono ou humor que o próprio paciente não percebe ou minimiza. Essas informações podem ser enviadas previamente e são tratadas com sigilo e responsabilidade. Durante a consulta, sempre preservo a autonomia e a dignidade do paciente, integrando a visão da família ao cuidado clínico.
Sim, é comum. A aposentadoria representa uma grande transição de vida. Ela pode trazer sentimentos de perda de identidade, redução do convívio social e questionamentos sobre propósito. Quando essa tristeza é passageira, faz parte do processo de adaptação. Porém, quando se torna persistente, acompanhada de desânimo, isolamento, alterações do sono ou apetite, merece avaliação médica. Diferenciar tristeza adaptativa de depressão é fundamental para um cuidado adequado.
O sono muda com o passar dos anos, mas ele não deve ser ruim. Algumas orientações fundamentais incluem manter horários regulares para dormir e acordar, evitar cochilos prolongados durante o dia, reduzir o uso de telas à noite, limitar cafeína e álcool e manter atividade física regular. Em muitos casos, alterações do sono estão relacionadas a ansiedade, depressão, dores, uso de medicamentos ou doenças clínicas. A avaliação médica é essencial para identificar a causa e indicar o tratamento correto, que nem sempre envolve medicação.
Não existe uma forma única de prevenção, mas é possível reduzir significativamente o risco. Controlar pressão arterial, diabetes e colesterol, manter atividade física regular, estimular o cérebro com leitura, aprendizado e interação social, cuidar da saúde mental, dormir bem e evitar o tabagismo são medidas comprovadamente importantes. O acompanhamento médico permite identificar fatores de risco precocemente e atuar antes do surgimento de sintomas, o que faz toda a diferença ao longo dos anos.
Cuidado integral e humanizado para idosos, com experiência e dedicação.
Dra Maria Alice de Vilhena Toledo Psiquiatria RQE 8047
Geriatria RQE 2487
CRM-DF 6105
Dra Flávia Toledo Simões
Geriatria RQE 23472
Clínica Médica RQE 21585
CRM-DF 26838
Cuidado integral e humanizado para idosos, com experiência e dedicação.
Dra Maria Alice de Vilhena Toledo Psiquiatria RQE 8047
Geriatria RQE 2487
CRM-DF 6105
Dra Flávia Toledo Simões
Geriatria RQE 23472
Clínica Médica RQE 21585
CRM-DF 26838